quinta-feira, 11 de fevereiro de 2010

A melhor coxinha de Curitiba



Quem fala que coxinha é "salgadinho de pobre" não conhece a coxinha da Edelweiss.
É uma coxinha de verdade, nada daquela história de inventar massa só de catupiry, ou de ser coxinha cremosa, ou sei lá quantas variedades inventadas deste típico salgado brasileiro. É simplesmente uma coxinha.
O lugar é pequeno, pequeno mesmo. Não tem mesas, apenas bancos onde provavelmente não cabem mais que dez pessoas sentadas. O atendimento é feito no balcão e o controle de consumo é feito de forma manual com "códigos" que as atendentes colocam para nos identificar. Não aceitam cartão de crédito nem de débito. Se é cliente antigo aceitam cheque. Se não tem o salgado é só você esperar que eles fritam na hora. Abrem para atendimento ao meio dia e fecham às 18 horas, de segunda a sábado, salvo em alguns feriados, quando avisam antecipadamente.
Os doces também são muito bons. Nesta época tem o bombom de morango coberto com chocolate ou caramelizado. É uma espécie de brigadeiro branco que envolve três morangos e é coberto ou com chocolate ou com o caramelo. Prefiro o caramelizado.
Entrar na Edelweiss é uma viagem a um passado não muito distante, onde a qualidade, a simplicidade e a simpatia bastam para o sucesso.

terça-feira, 9 de fevereiro de 2010

A minha opinião

Quero expor minha opinião.
No meu pequeno mundinho ainda tenho muito a conhecer, experimentar, usar, provar, ter, desfrutar, comprar, aproveitar, usufruir.
Cansei de usar a internet apenas pra reclamar de produtos com defeito, de serviços prestados imprestáveis. Apesar da minha personalidade me impedir de me manter passiva diante de injustiças, vou usar este espaço apenas para exaltar as mais diversas coisas, pessoas, lugares que me agradam no dia-dia, que me fazem guardar boas lembranças.
Acredito que o que falta a vários seres humanos, e eu não me excluo, é a auto-estima. Auto-estima no sentido mais amplo da palavra. É mostrar ao próximo que ele pode ser melhor sempre , que sempre tem alguma coisa a oferecer de bom ao próximo e isso independe de bens materiais.
Quero compartilhar essas boas experiencias, lembranças, e se ninguém ler, pelo menos vai ajudar os meus neurônios a durarem mais enquanto digito, leio, lembro.

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