terça-feira, 18 de maio de 2010

Johnny Winter em Curitiba

ZZ Top, Johnny Winter, duas lendas musicais internacionais na mesma semana no Brasil.
Desde que soube que ZZ Top viria ao Brasil fiquei inquieta querendo vê-los. Infelizmente os ingressos estão caros, principalmente para quem , como eu, já não é mais estudante e não pode pagar meia. Além disso tem o transporte até São Paulo e hospedagem. Para a frustração ficar ainda maior agendaram um show do Johnny Winter emendado com o ZZ Top! Se os astros conspirassem a meu favor seria A SEMANA do bom e velho rock n'roll.
Mesmo sem poder ver ZZ Top, talvez chance única já que os caras estão envelhecendo, soube do show do Johnny Winter em Curitiba, praticamente em casa! Corri para a bilheteria do Guaíra e qual foi a boa surpresa?!? Muuitos ingressos disponíveis, lugares vip's na primeira fila VAGOS faltando pouco mais de uma semana para o show.
Fiquei feliz porque vou ter a grande oportunidade de ver o cara do blues ao vivo, bem de perto, e no Guaíra! Quem conhece sabe que o Teatro Guaíra tem uma acústica muito boa. Fiquei triste porque a quatro dias do show, mais da metade dos ingressos estão disponíveis.
Ninguém conhece Johnny Winter?!?
E se o ZZ Top fosse tocar em Curitiba também as vendas seriam baixas?
Por curiosidade fui ver como estão as vendas em São Paulo, no Via Funchal, e também tem ingressos a venda, tanto para o Johnny Winter como para o ZZ Top.
Meu Deus, onde estão os roqueiros, onde estão os bluseiros?
Johnny Winter namorou Janis Joplin, esteve em Woodstock, renasceu das cinzas depois de ser consumido pela heroína, está entre os 100 melhores guitarristas do mundo. Precisa de mais alguma referência? Leiam a reportagem do Estadão pra entender melhor quem é o cara.
Vamos ver Johnny Winter no Guaíra pra comprovar tudo isso! E apesar da crise econômica, os ingressos estão a um preço acessível quando comparado com outros shows.
Ainda dá tempo: dia 22 de maio de 2010 no Via Funchal, dia 23 de maio de 2010 no Guaíra.

quinta-feira, 11 de fevereiro de 2010

A melhor coxinha de Curitiba



Quem fala que coxinha é "salgadinho de pobre" não conhece a coxinha da Edelweiss.
É uma coxinha de verdade, nada daquela história de inventar massa só de catupiry, ou de ser coxinha cremosa, ou sei lá quantas variedades inventadas deste típico salgado brasileiro. É simplesmente uma coxinha.
O lugar é pequeno, pequeno mesmo. Não tem mesas, apenas bancos onde provavelmente não cabem mais que dez pessoas sentadas. O atendimento é feito no balcão e o controle de consumo é feito de forma manual com "códigos" que as atendentes colocam para nos identificar. Não aceitam cartão de crédito nem de débito. Se é cliente antigo aceitam cheque. Se não tem o salgado é só você esperar que eles fritam na hora. Abrem para atendimento ao meio dia e fecham às 18 horas, de segunda a sábado, salvo em alguns feriados, quando avisam antecipadamente.
Os doces também são muito bons. Nesta época tem o bombom de morango coberto com chocolate ou caramelizado. É uma espécie de brigadeiro branco que envolve três morangos e é coberto ou com chocolate ou com o caramelo. Prefiro o caramelizado.
Entrar na Edelweiss é uma viagem a um passado não muito distante, onde a qualidade, a simplicidade e a simpatia bastam para o sucesso.

terça-feira, 9 de fevereiro de 2010

A minha opinião

Quero expor minha opinião.
No meu pequeno mundinho ainda tenho muito a conhecer, experimentar, usar, provar, ter, desfrutar, comprar, aproveitar, usufruir.
Cansei de usar a internet apenas pra reclamar de produtos com defeito, de serviços prestados imprestáveis. Apesar da minha personalidade me impedir de me manter passiva diante de injustiças, vou usar este espaço apenas para exaltar as mais diversas coisas, pessoas, lugares que me agradam no dia-dia, que me fazem guardar boas lembranças.
Acredito que o que falta a vários seres humanos, e eu não me excluo, é a auto-estima. Auto-estima no sentido mais amplo da palavra. É mostrar ao próximo que ele pode ser melhor sempre , que sempre tem alguma coisa a oferecer de bom ao próximo e isso independe de bens materiais.
Quero compartilhar essas boas experiencias, lembranças, e se ninguém ler, pelo menos vai ajudar os meus neurônios a durarem mais enquanto digito, leio, lembro.

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